Eis aqui – na notícia que abaixo segue – mais um belo exemplo de como a ‘igreja política’ faz a sua ‘política’: no mais baixo nível. Desaprendeu a ser ‘igreja’ e nada aprendeu como ser ‘política’. Certeza tenho:  a melhor política para a igreja é ser antes de tudo uma igreja exemplar, em que nela não se veja do que se possa lamentar. (Não é o caso desta igreja em questão, ou será?)

Notoriamente há um agravante: dar destinação mundana à boa parte das suas reservas financeiras obtidas com os dízimos, que em nome de Deus impõe sobre os seus membros, e ofertas que deveriam ser canalizadas para empreendimentos exclusivamente nobres é algo para se lamentar; ou não?!

Como cidadão cristão fico indignado, como cidadão brasileiro que vê a parcela simples e humilde do seu povo ser mantida mal-informada e estar continuamente subjugada pela política e pelas muitas ‘igrejas’; e ainda sendo explorada em sua boa fé, e também pela ‘fé’, fico enojado; assim como ficou o Senhor conforme Apoc. 3:16.  

 

 

Pergunto-me, como perguntar-se-ia toda pessoa de bem e de bom senso:  

 

 

– Uma igreja combater, seja este(a) ou aquele(a),   em trincheiras políticas condiz com as instruções dadas à Igreja pelo Apóstolo Paulo conforme consta em Efésios  6:12 ???  

 

 

 

 

 

“Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais.”  Efésios 6:12

“Instruções permanentes para todas as igrejas” V.F.  

 

 

 

 

 

Tempos do fim, em que os supostos difusores e defensores do Evangelho de Cristo, e que por isto mesmo reclamam direitos sobre seus altos ganhos pecuniários obtidos em suas respectivas ‘igrejas’, recusam-se a admitir que erram e insistem em viver em desacordo com o Evangelho. Pois, então que ao menos vivam ‘evangelicamente’.  

 

 

Agora leiamos a Gloriosa Notícia:

CEARÁ – A Justiça Eleitoral determinou a quebra do sigilo bancário da Convenção de Ministros das Assembléias de Deus Unidas do Ceará (Comaduec). A decisão atende a uma representação da coligação “Fortaleza Cada Vez Melhor”.
O juiz Emanuel Leite Albuquerque, da 117ª Zona Eleitoral, autorizou ontem a quebra de sigilo bancário da Convenção de Ministros das Assembléias de Deus Unidas do Ceará (Comaduec), liderada pelo bispo Shelley Macêdo. A decisão vem em resposta a uma representação da coligação “Fortaleza Cada Vez Melhor”, que pedia investigações mais profundas sobre as ações dos dirigentes da convenção que, no início do mês, patrocinou a confecção de outdoors, cartazes e panfletos contra a prefeita e candidata à reeleição Luizianne Lins (PT). De acordo com a liminar – que será publicada hoje – o juiz também proíbe a divulgação, distribuição e afixação de qualquer propaganda negativa contra a candidata do PT.
Se as propagandas forem feitas através de outdoors, a multa pode chegar a R$15.961,50 pela fixação de cada um deles. Já no caso de panfletos, cartazes, inscrições ou pinturas, a multa é de R$ 5.320,50. Segundo a decisão judicial, esse tipo de campanha tem o objetivo visível de “macular a imagem da pessoa da senhora Luizianne Lins” tanto no âmbito administrativo como político, agredindo todas as normas do Direito Eleitoral.
O juiz Emanuel Leite Albuquerque também considera que o grande número de outdoors utilizados pela organização
evangélica – 100 no total – “revela indícios de riscos de desequilíbrio de forças” na campanha eleitoral, além de caracterizar abuso de poder econômico, o que autorizaria a Justiça a quebrar o sigilo bancário da Comaduec. O evangelista José Menezes, assessor do bispo Shelley, comentou a decisão judicial e afirmou que não cabe à Justiça Eleitoral a quebra no sigilo bancário de qualquer igreja. “As finanças competem somente a ela (Igreja)”, defendeu o assessor, que não soube precisar quanto teria sido gasto com os outdoors. Menezes também declarou que a equipe jurídica da convenção já foi acionada. “Nossa campanha não parou e vai continuar”, completou.
Para a advogada da coligação “Fortaleza Cada Vez Melhor”, Isabel Lopes, a decisão já era esperada, devido principalmente à expressividade dos gastos utilizados para a concretização da propaganda. “Agora esperamos que essa decisão seja cumprida de forma enérgica, ágil, levando em consideração que estamos em período eleitoral”, declarou.
Agilidade
A representação que pediu a quebra do sigilo bancário da Comaduec foi feita na última quinta-feira,14. A decisão da Justiça Eleitoral saiu quatro dias depois. O juiz justifica a agilidade devido ao empenho dos magistrados e promotores. “Estamos trabalhando em dois turnos”, afirmou Emanuel Leite Albuquerque, que não deixou de reconhecer atrasos em outro casos. “A demora na solução dos processos é, sem dúvida, devido ao excesso de demanda. São ajuizados diariamente dezenas de processos”, informou.
Fonte:
Adiberj
 

 

 

 

 

 

Vida e Paz.

Vigilante da Fé