O quê é, quem é, o que faz? (desde 2002)

“Porque muitos há, dos quais muitas vezes vos disse, e agora também digo , chorando, que são inimigos da cruz de Cristo. Cujo fim é a perdição; cujo Deus é o ventre; e cuja glória é para confusão deles, que só pensam nas coisas terrenas.”  Fl 3, vers. 18 e 19.

“E estes cães são gulosos, não se podem fartar; e eles são pastores que nada compreendem; todos eles se tornam para o seu caminho, cada um para a sua ganância, cada um por sua parte.”    Is 56 : 11

“Ficarão de fora os cães e os feiticeiros, e os que se prostituem, e os homicidas, e os idólatras, e qualquer que ama e comete a mentira..” 

Ap 22:15
Amados irmãos(ãs): Foi pela revelação contida nestes versículos acima citados, e diante de um quadro ignóbil que se nos assomou à vista em 2002, que começou nosso movimento.   Em um culto dominical de adoração ao nosso Deus, em uma conhecida e antiga igreja pentecostal, estabelecida entre nós desde a década de 50, fomos obrigados a ouvir, não um sermão, mas um verdadeiro comício político, em que os dirigentes de cúpula dessa igreja expuseram suas propostas políticas e pediam votos. Logo após sua fala, ordenaram aos seus diáconos que distribuíssem a todos os presentes, os ‘santinhos’ dos seus pastores/candidatos a deputado estadual e federal, e também do candidato que toda a igreja, a nível nacional,  apoiaria à presidência da república. O próprio presidente nacional desta conhecida igreja e mais um membro da sua família eram candidatos em seu estado, respectivamente a deputado federal e deputado estadual. Já estava organizado internamente nesta referida igreja, em âmbito nacional, um Departamento de Ação Política, e até editaram uma cartilha, para ser ministrada em classes de escola dominical, para a politização dos seus membros. Estava assim estabelecido, oficialmente, um comando político dentro desta igreja. Só não vieram a formalizar juridicamente um partido político, até os dias de hoje. Após aquele discurso político de abertura de culto, daquele domingo, solicitaram, que todos fossem à frente levar seus dízimos e ofertas e oraram. Assim, cantando o hino “Vencendo vem Jesus”, estes senhores encerraram suas apresentações e iniciou-se o culto, propriamente dito. Sentimo-nos como que esbofeteados e violentados. Olhamos para todos os presentes, em sua maioria pessoas simples, piedosas, incultas, não politizadas, crédulas; e percebemos que estavam em sua maioria sendo inocentes úteis, e servindo de massa de manobra nas mãos de cães vendilhões da fé. Lembramo-nos imediatamente da reprimenda, dada pelo Espírito às igrejas: “Sê vigilante, e confirma os restantes, que estavam para morrer; porque não achei as tuas obras perfeitas diante de Deus.”  Carta à igreja de Sardo, Ap 3:2

Aí, nasceu em nossos corações, o forte desejo de formarmos uma “frente” em defesa da fé; surgia então Vigilante da Fé, singular, que não é uma pessoa ou um grupo simplesmente, é um ideal.   Queremos uma igreja , não contaminada com o mundanismo e politicagem; pois os  cães  (pastores bastardos)  deram suas caras e se tornaram ousados, já não dissimulam suas reais intenções, são  facilmente  identificáveis. Todos nós os vemos e sabemos quais são. Conhecemos suas igrejas. Agiremos sempre sem destacar qualquer um de nós, para que não surja estrelato que desperte vaidades. O anonimato, além de inibir vaidades, dá cobertura àqueles que são colaboradores e os poupa de serem perseguidos em suas igrejas. A verdadeira Igreja sempre foi perseguida. Muitos pensam que foi só nos primeiros tempos, como em Roma, quando os crentes tinham que se reunir em catacumbas, que havia perseguição. Quando se mexe com interesses dos muitos, que tem interesse de que as coisas fiquem como estão, ou seja: que a galinha continue botando ovos de ouro, a reação é: perseguição.

Jesus foi perseguido e morto, porque também mexeu com os interesses dos detentores do poder religioso, em sua época. Foi o sistema religioso que exigiu a sua crucificação e não o sistema político dominante, Roma; aliás, o poder político local, nas pessoas de Pilatos e Herodes, queria  livrá-lo de tão asquerosa injustiça e do sórdido plano dos sacerdotes judeus. Leiam Lucas 23: 13 ao 16

Teremos ao menos um vigilante em cada igreja, como um vigia, anotando desmandos e engodos. E com a Internet não encontraremos dificuldades em nos comunicar, e trocar informações. Para combater o erro, o engodo, a dissimulação e a mentira, impusemos a nós mesmos, nos aprofundarmos no conhecimento da palavra/verdade, porque sabemos que só conhecendo a verdade é que nos libertaremos dos enganadores, e caminharemos em frente, seguros, para a vida eterna.  

O Espírito Santo não nos decepcionou, tem-nos dado entendimento, discernimento, de coisas até então encobertas: …porque nada há encoberto que não haja de revelar-se… Mt 10: 26

Não temeremos, partiremos para o confronto direto, com a palavra e pela palavra, no momento oportuno. Assim como, também, fez Jesus. Evangelho de S. João,  7 versos 1 ao 6. Aí então, sairemos do anonimato.

Os cães apontaremos; aos simples e sinceros seguidores do Evangelho de Cristo nos aliaremos, sejam eles: membros fiéis, obreiros,  presbíteros, missionários, pastores, ministros, reverendos, bispos;  ou seja: homens e mulheres que tenham compromisso com Deus e a sua palavra, que é palavra de verdade e justiça. Somos um embrião de uma força nacional, supra-denominacional, agindo com um único interesse que não será outro além de cobrar ética  daqueles que se aviltam em suas funções pastorais;  denunciando,  em acordo com II Co 13:1, inverdades, adulterações e mistificações. Conscientizaremos, sem medir esforços e por todos os meios possíveis, a grande massa de crentes fiéis da sua força e grandeza diante do Evangelho de Cristo;  levando-a  a compreender que todos os remidos são sacerdotes  (mesmo sem púlpito) e reis (sem coroa,  sem território ou patrimônio religioso para reinar)  por obra e graça de N.S. Jesus Cristo; conforme os textos Rm 5:17 , Ap. 1:6,  Ap 5:10.

Cobraremos lisura, exigiremos verdade, porque não há doutrina ou religião, que seja superior à verdade. É um direito nosso, herdado pelo sangue de Jesus e dos muitos mártires que morreram em defesa da fé, e da verdade.

Aos desvios de recursos financeiros do caixa de igrejas, para finalidades outras, que não condizem com a dignidade do Evangelho de Cristo, chegando ao nosso conhecimento com provas, com muita responsabilidade não nos calaremos. Tudo faremos para conscientizar a todos que pudermos alcançar, que a melhor reação será:  reter nossas  ofertas. Os que fazem manobras e escamoteiam serão alcançados pela justiça institucional. Alguns já o foram, e estão sendo processados pelos tribunais.

Se a oferta é santa, manda a palavra “Não dar aos cães as coisas santas.”  Mat.7,6

Pastores políticos : não os queremos em nossos púlpitos ; delicadamente,  aos poucos desocuparemos os bancos contaminados de vossas igrejas. Jr 23:11

Política, pratica-se em partidos políticos, jamais no âmbito ministerial, em igrejas. A Igreja Universal do Reino de Deus, muito esperta, já cuidou de registrar um partido político para si. Esse partido já existe, está registrado como PRB – Partido Republicano Brasileiro. Outras igrejas não tem partido, como aquela que inicialmente nos referimos, mas aliaram-se a partidos, alargando mais ainda o fosso que separa umas igrejas das outras. Constata-se que convivemos com duas verdades: a Verdade de Cristo e o Seu Evangelho, e a verdade das igrejas.

Indicamos para apreciação de todos, um projeto de Lei, PLC 216 de 16/11/2004 , que veio de encontro aos nossos interesses e ideais. Essa proposta foi formulada pela ilustre Deputada Federal Juíza Denise Frossard Loschi, e encontra-se, ainda,  engavetada por manobra protelatória de um grupo de pastores deputados, da bancada evangélica, que atuam na câmara federal.

PROPÕE O REFERIDO PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR, DA LEI DE INELEGIBILIDADES, QUE PASTORES, BISPOS, APÓSTOLOS(?!), PRESIDENTES DE IGREJAS, PADRES, RABINOS E DIRIGENTES DE QUALQUER SEGMENTO RELIGIOSO SEJAM IMPEDIDOS DE CANDIDATAREM-SE ENQUANTO ESTIVIREM À FRENTE DOS SEUS CARGOS NA CONFISSÃO RELIGIOSA A QUE PERTENCEM.

Nota: cópia desse Projeto de Lei Complementar nº 216 de 16/11/2004, poderá ser obtido nos seguintes e-mails: contato@denisefrossard.com.br , ou , dep.juizadenisefrossard@camara.gov.br.

Sabemos o que podemos e devemos fazer, e entendemos que a igreja em células poderá ser uma boa resposta para os cães que fazem dos nossos templos um covil de salteadores e uma  plataforma para suas ambições pessoais e seus projetos políticos. Não queremos de pastores nem prata nem ouro, e muito menos poder político, queremos o LEVANTA-TE E ANDA que havia no princípio da igreja, conforme Atos 3: 6

Será que há algum que possa assim fazê-lo? Isto é pedir demais? Acreditamos que não; afinal os que ensinam e defendem a fé tem que ser os primeiros a demonstrá-la na prática. Principalmente se são apóstolos em nossos dias.

Falam muito (eles) que a igreja deve agir de uma maneira mais consciente na sociedade, tendo participação direta na administração da coisa pública. Essa tem sido uma boa desculpa para pastores se candidatarem a cargos públicos eletivos. Não que sejamos contra a candidatura de quem quer que seja, porém que se afastem do ministério, de seus quadros de direção eclesiásticos, renunciando assim seus cargos de titulares de igreja, ou  integrantes de conselhos e organismos de classe, enquanto disputarem ou cumprindo mandatos políticos.

Pois se já é pernicioso o clientelismo e coronelismo políticos fora de igrejas, quanto mais não o será dentro delas. Nós defendemos também, a tese de que os fiéis, os membros, que são os verdadeiros mantenedores das igrejas, devem ter uma participação mais consciente e direta na destinação dos recursos ($) da igreja, que provê muito mais o patrimonial do que o social. Pois, se  o Evangelho em sua essência prática não voltar-se para o social muito mais do que está voltado para o patrimonial então será como sal insípido, só servirá para ser pisado pelos homens, nem para alimentar o gado bovino servirá.

A grande maioria das igrejas não dá um mínimo de satisfação das contas aos seus membros. Em uma sociedade democrática, que somos, a igreja com a sua cúpula diretiva, parece-nos ser a única entidade institucional autocrática que ainda resta. Não precisamos de pastores sem unção, sem poder espiritual, e muito menos com poder político. Em troca de quê, sustentá-los? Será uma indignidade e desrespeito para com a sociedade como um todo que os cidadãos os paguem duplamente: com os dízimos que os sustentam em suas respectivas igrejas e com os impostos que os remuneram em Brasília ou em seus estados e municípios.   Mt 7: 6 Políticos ! ? Já os temos em demasia, mais do que a  suficiência permite.

O tempo de cobrança chegou,  posto está o machado à raiz … Mt 3:10

…e porque chegou o tempo determinado. Ecl. 3:1 .

E nós vamos nesta  força … conforme II Co 4:8/9,  porque do Senhor também recebemos esta incumbência.

Para Moisés,  Deus deu-lhe:  uma vara . Êxodo 4 vers. 2, 3

Para Josué, Deus deu-lhe: Sete sacerdotes com sete trombetas. Josué 6:4

Para Gideão,  Deus deu-lhe:  300 homens, buzinas e cântaros. Juízes 7 : 16

Para Davi: cinco pedras e uma funda. I Samuel 17: 40

À nós, o Senhor deu-nos:  disposição, destemor e conhecimento da verdade. Porque  Lhe perguntamos, indignados: até quando Senhor? Que podemos fazer? “Então o Senhor nos respondeu, e disse: Escreve a visão, e torna-a bem legível sobre tábuas, para que a possa ler o que correndo passa.”  Hb 2:2

Então compreendemos: escrever a visão, correndo = é informação/divulgação rápida, ágil, com rapidez, = tempo de não perder tempo, =  remir o tempo, Efésios 5: 15,16,17;  logo: INTERNET.  

É isto Senhores, o que então estamos fazendo:

OBEDECENDO ORDENS. Que o amor, a paz e graça de N.S. Jesus Cristo, esteja sempre com todos nós.

VIGILANTE DA FÉ